
O jornalismo trabalha com o presente. Sua matéria-prima é o que acaba de acontecer, o novo, a noticia. Mas pode haver também um jornalismo do passado. Esse jornalismo é até mais possível de existir quanto mais desconhecido for o passado de um País.
No Brasil, onde a curiosidade histórica, ao menos nos últimos anos, foi fortemente direcionada para o século atual, o passado mais remoto é um terreno quase incógnito. Não é só que o Brasil, como já notei, a cada dez anos esquece o que aconteceu nos dez anos anteriores.
Nesse sentido, no Brasil há campo para um jornalismo de caráter histórico. O tema é sobre escravidão no Brasil. Como novidades sobre a escravidão, descobertas pelos historiadores em documentos antigos, são resumidos, discutidos e analisados.
Cumpriu-se outra função do jornalismo: a facilitar a vida do leitor. Porque falar do assunto histórico especifico, a escravidão? Porque ele é uma óbvia atualidade, dada a precária situação social do Brasil. Não porque o passado condicione mecanicamente o presente. Nem um passado traumático, como o escravista, deve ser encarado como fato determinante da miséria do presente. Mas ocorre que o Brasil foi o maior país escravista das Américas, o que mais importou africanos, em três séculos e meio, e o último a abolir a escravidão e é, hoje, um dos paises de maior desequilíbrio social do mundo.
Talvez haja relação entre dois fenômenos. No dia 13 de maio comemora-se a abolição da escravidão. Mas não se comemora essa data , prefere-se hoje comemorar o dia da morte de Zumbi, o herói do Quilombo dos Palmares, 20 de novembro, que se transformou em Dia da Consciência Negra.
O negro e sua descendência até hoje vivem a margem da sociedade, discriminado e explorado. Percebe-se claramente a marginalização do negro hoje, pois principalmente nas favelas, grande parte de seus habitantes são negros, que não conseguem uma moradia digna e vivem nesses lugares. Com respeito a conseguirem bons empregos, torna-se um tanto quanto difícil em razão da pouca cultura ou devido o não preparo profissional para diversas áreas, na sociedade onde os melhores cargos o negro não tem direito devido a sua cor.
Basta constatar através da mídia, que quando negro trabalho em novelas, o seu papel é de morador de favela, empregada , de motorista, mãe de santo, escravo ou traficante. Nas peças teatrais ou no cinema interpretam papeis de iguais os das novelas e prostitutas, amantes. É muito difícil em nossa sociedade ver um negro ocupar posição de destaque. Fala-se em preconceito racial em nosso país, que é crime inafiançável, mas uma das maiores discriminação é esta criada pelo governo, nas Universidades, as tais “Cotas” e vagas para negros.
Isso é uma afronta e os mesmos não deveriam aceitar, pois é uma forma dissimulada de preconceito racial. A Constituição diz: “Que somos iguais perante a lei independente de raça, cor ou credo religioso.” Agora eu pergunto, Porque essa descriminação? Esta ferindo os direitos dos cidadãos, isto não é justo.
O jornalismo trabalha com o presente. Sua matéria-prima é o que acaba de acontecer, o novo, a noticia. Mas pode haver também um jornalismo do passado. Esse jornalismo é até mais possível de existir quanto mais desconhecido for o passado de um País.
No Brasil, onde a curiosidade histórica, ao menos nos últimos anos, foi fortemente direcionada para o século atual, o passado mais remoto é um terreno quase incógnito. Não é só que o Brasil, como já notei, a cada dez anos esquece o que aconteceu nos dez anos anteriores.
Nesse sentido, no Brasil há campo para um jornalismo de caráter histórico. O tema é sobre escravidão no Brasil. Como novidades sobre a escravidão, descobertas pelos historiadores em documentos antigos, são resumidos, discutidos e analisados.
Cumpriu-se outra função do jornalismo: a facilitar a vida do leitor. Porque falar do assunto histórico especifico, a escravidão? Porque ele é uma óbvia atualidade, dada a precária situação social do Brasil. Não porque o passado condicione mecanicamente o presente. Nem um passado traumático, como o escravista, deve ser encarado como fato determinante da miséria do presente. Mas ocorre que o Brasil foi o maior país escravista das Américas, o que mais importou africanos, em três séculos e meio, e o último a abolir a escravidão e é, hoje, um dos paises de maior desequilíbrio social do mundo.
Talvez haja relação entre dois fenômenos. No dia 13 de maio comemora-se a abolição da escravidão. Mas não se comemora essa data , prefere-se hoje comemorar o dia da morte de Zumbi, o herói do Quilombo dos Palmares, 20 de novembro, que se transformou em Dia da Consciência Negra.
O negro e sua descendência até hoje vivem a margem da sociedade, discriminado e explorado. Percebe-se claramente a marginalização do negro hoje, pois principalmente nas favelas, grande parte de seus habitantes são negros, que não conseguem uma moradia digna e vivem nesses lugares. Com respeito a conseguirem bons empregos, torna-se um tanto quanto difícil em razão da pouca cultura ou devido o não preparo profissional para diversas áreas, na sociedade onde os melhores cargos o negro não tem direito devido a sua cor.
Basta constatar através da mídia, que quando negro trabalho em novelas, o seu papel é de morador de favela, empregada , de motorista, mãe de santo, escravo ou traficante. Nas peças teatrais ou no cinema interpretam papeis de iguais os das novelas e prostitutas, amantes. É muito difícil em nossa sociedade ver um negro ocupar posição de destaque. Fala-se em preconceito racial em nosso país, que é crime inafiançável, mas uma das maiores discriminação é esta criada pelo governo, nas Universidades, as tais “Cotas” e vagas para negros.
Isso é uma afronta e os mesmos não deveriam aceitar, pois é uma forma dissimulada de preconceito racial. A Constituição diz: “Que somos iguais perante a lei independente de raça, cor ou credo religioso.” Agora eu pergunto, Porque essa descriminação? Esta ferindo os direitos dos cidadãos, isto não é justo.
O jornalismo trabalha com o presente. Sua matéria-prima é o que acaba de acontecer, o novo, a noticia. Mas pode haver também um jornalismo do passado. Esse jornalismo é até mais possível de existir quanto mais desconhecido for o passado de um País.
No Brasil, onde a curiosidade histórica, ao menos nos últimos anos, foi fortemente direcionada para o século atual, o passado mais remoto é um terreno quase incógnito. Não é só que o Brasil, como já notei, a cada dez anos esquece o que aconteceu nos dez anos anteriores.
Nesse sentido, no Brasil há campo para um jornalismo de caráter histórico. O tema é sobre escravidão no Brasil. Como novidades sobre a escravidão, descobertas pelos historiadores em documentos antigos, são resumidos, discutidos e analisados.
Cumpriu-se outra função do jornalismo: a facilitar a vida do leitor. Porque falar do assunto histórico especifico, a escravidão? Porque ele é uma óbvia atualidade, dada a precária situação social do Brasil. Não porque o passado condicione mecanicamente o presente. Nem um passado traumático, como o escravista, deve ser encarado como fato determinante da miséria do presente. Mas ocorre que o Brasil foi o maior país escravista das Américas, o que mais importou africanos, em três séculos e meio, e o último a abolir a escravidão e é, hoje, um dos paises de maior desequilíbrio social do mundo.
Talvez haja relação entre dois fenômenos. No dia 13 de maio comemora-se a abolição da escravidão. Mas não se comemora essa data , prefere-se hoje comemorar o dia da morte de Zumbi, o herói do Quilombo dos Palmares, 20 de novembro, que se transformou em Dia da Consciência Negra.
O negro e sua descendência até hoje vivem a margem da sociedade, discriminado e explorado. Percebe-se claramente a marginalização do negro hoje, pois principalmente nas favelas, grande parte de seus habitantes são negros, que não conseguem uma moradia digna e vivem nesses lugares. Com respeito a conseguirem bons empregos, torna-se um tanto quanto difícil em razão da pouca cultura ou devido o não preparo profissional para diversas áreas, na sociedade onde os melhores cargos o negro não tem direito devido a sua cor.
Basta constatar através da mídia, que quando negro trabalho em novelas, o seu papel é de morador de favela, empregada , de motorista, mãe de santo, escravo ou traficante. Nas peças teatrais ou no cinema interpretam papeis de iguais os das novelas e prostitutas, amantes. É muito difícil em nossa sociedade ver um negro ocupar posição de destaque. Fala-se em preconceito racial em nosso país, que é crime inafiançável, mas uma das maiores discriminação é esta criada pelo governo, nas Universidades, as tais “Cotas” e vagas para negros.
Isso é uma afronta e os mesmos não deveriam aceitar, pois é uma forma dissimulada de preconceito racial. A Constituição diz: “Que somos iguais perante a lei independente de raça, cor ou credo religioso.” Agora eu pergunto, Porque essa descriminação? Esta ferindo os direitos dos cidadãos, isto não é justo.
O jornalismo trabalha com o presente. Sua matéria-prima é o que acaba de acontecer, o novo, a noticia. Mas pode haver também um jornalismo do passado. Esse jornalismo é até mais possível de existir quanto mais desconhecido for o passado de um País.
No Brasil, onde a curiosidade histórica, ao menos nos últimos anos, foi fortemente direcionada para o século atual, o passado mais remoto é um terreno quase incógnito. Não é só que o Brasil, como já notei, a cada dez anos esquece o que aconteceu nos dez anos anteriores.
Nesse sentido, no Brasil há campo para um jornalismo de caráter histórico. O tema é sobre escravidão no Brasil. Como novidades sobre a escravidão, descobertas pelos historiadores em documentos antigos, são resumidos, discutidos e analisados.
Cumpriu-se outra função do jornalismo: a facilitar a vida do leitor. Porque falar do assunto histórico especifico, a escravidão? Porque ele é uma óbvia atualidade, dada a precária situação social do Brasil. Não porque o passado condicione mecanicamente o presente. Nem um passado traumático, como o escravista, deve ser encarado como fato determinante da miséria do presente. Mas ocorre que o Brasil foi o maior país escravista das Américas, o que mais importou africanos, em três séculos e meio, e o último a abolir a escravidão e é, hoje, um dos paises de maior desequilíbrio social do mundo.
Talvez haja relação entre dois fenômenos. No dia 13 de maio comemora-se a abolição da escravidão. Mas não se comemora essa data , prefere-se hoje comemorar o dia da morte de Zumbi, o herói do Quilombo dos Palmares, 20 de novembro, que se transformou em Dia da Consciência Negra.
O negro e sua descendência até hoje vivem a margem da sociedade, discriminado e explorado. Percebe-se claramente a marginalização do negro hoje, pois principalmente nas favelas, grande parte de seus habitantes são negros, que não conseguem uma moradia digna e vivem nesses lugares. Com respeito a conseguirem bons empregos, torna-se um tanto quanto difícil em razão da pouca cultura ou devido o não preparo profissional para diversas áreas, na sociedade onde os melhores cargos o negro não tem direito devido a sua cor.
Basta constatar através da mídia, que quando negro trabalho em novelas, o seu papel é de morador de favela, empregada , de motorista, mãe de santo, escravo ou traficante. Nas peças teatrais ou no cinema interpretam papeis de iguais os das novelas e prostitutas, amantes. É muito difícil em nossa sociedade ver um negro ocupar posição de destaque. Fala-se em preconceito racial em nosso país, que é crime inafiançável, mas uma das maiores discriminação é esta criada pelo governo, nas Universidades, as tais “Cotas” e vagas para negros.
Isso é uma afronta e os mesmos não deveriam aceitar, pois é uma forma dissimulada de preconceito racial. A Constituição diz: “Que somos iguais perante a lei independente de raça, cor ou credo religioso.” Agora eu pergunto, Porque essa descriminação? Esta ferindo os direitos dos cidadãos, isto não é justo.
No Brasil, onde a curiosidade histórica, ao menos nos últimos anos, foi fortemente direcionada para o século atual, o passado mais remoto é um terreno quase incógnito. Não é só que o Brasil, como já notei, a cada dez anos esquece o que aconteceu nos dez anos anteriores.
Nesse sentido, no Brasil há campo para um jornalismo de caráter histórico. O tema é sobre escravidão no Brasil. Como novidades sobre a escravidão, descobertas pelos historiadores em documentos antigos, são resumidos, discutidos e analisados.
Cumpriu-se outra função do jornalismo: a facilitar a vida do leitor. Porque falar do assunto histórico especifico, a escravidão? Porque ele é uma óbvia atualidade, dada a precária situação social do Brasil. Não porque o passado condicione mecanicamente o presente. Nem um passado traumático, como o escravista, deve ser encarado como fato determinante da miséria do presente. Mas ocorre que o Brasil foi o maior país escravista das Américas, o que mais importou africanos, em três séculos e meio, e o último a abolir a escravidão e é, hoje, um dos paises de maior desequilíbrio social do mundo.
Talvez haja relação entre dois fenômenos. No dia 13 de maio comemora-se a abolição da escravidão. Mas não se comemora essa data , prefere-se hoje comemorar o dia da morte de Zumbi, o herói do Quilombo dos Palmares, 20 de novembro, que se transformou em Dia da Consciência Negra.
O negro e sua descendência até hoje vivem a margem da sociedade, discriminado e explorado. Percebe-se claramente a marginalização do negro hoje, pois principalmente nas favelas, grande parte de seus habitantes são negros, que não conseguem uma moradia digna e vivem nesses lugares. Com respeito a conseguirem bons empregos, torna-se um tanto quanto difícil em razão da pouca cultura ou devido o não preparo profissional para diversas áreas, na sociedade onde os melhores cargos o negro não tem direito devido a sua cor.
Basta constatar através da mídia, que quando negro trabalho em novelas, o seu papel é de morador de favela, empregada , de motorista, mãe de santo, escravo ou traficante. Nas peças teatrais ou no cinema interpretam papeis de iguais os das novelas e prostitutas, amantes. É muito difícil em nossa sociedade ver um negro ocupar posição de destaque. Fala-se em preconceito racial em nosso país, que é crime inafiançável, mas uma das maiores discriminação é esta criada pelo governo, nas Universidades, as tais “Cotas” e vagas para negros.
Isso é uma afronta e os mesmos não deveriam aceitar, pois é uma forma dissimulada de preconceito racial. A Constituição diz: “Que somos iguais perante a lei independente de raça, cor ou credo religioso.” Agora eu pergunto, Porque essa descriminação? Esta ferindo os direitos dos cidadãos, isto não é justo.
O jornalismo trabalha com o presente. Sua matéria-prima é o que acaba de acontecer, o novo, a noticia. Mas pode haver também um jornalismo do passado. Esse jornalismo é até mais possível de existir quanto mais desconhecido for o passado de um País.
No Brasil, onde a curiosidade histórica, ao menos nos últimos anos, foi fortemente direcionada para o século atual, o passado mais remoto é um terreno quase incógnito. Não é só que o Brasil, como já notei, a cada dez anos esquece o que aconteceu nos dez anos anteriores.
Nesse sentido, no Brasil há campo para um jornalismo de caráter histórico. O tema é sobre escravidão no Brasil. Como novidades sobre a escravidão, descobertas pelos historiadores em documentos antigos, são resumidos, discutidos e analisados.
Cumpriu-se outra função do jornalismo: a facilitar a vida do leitor. Porque falar do assunto histórico especifico, a escravidão? Porque ele é uma óbvia atualidade, dada a precária situação social do Brasil. Não porque o passado condicione mecanicamente o presente. Nem um passado traumático, como o escravista, deve ser encarado como fato determinante da miséria do presente. Mas ocorre que o Brasil foi o maior país escravista das Américas, o que mais importou africanos, em três séculos e meio, e o último a abolir a escravidão e é, hoje, um dos paises de maior desequilíbrio social do mundo.
Talvez haja relação entre dois fenômenos. No dia 13 de maio comemora-se a abolição da escravidão. Mas não se comemora essa data , prefere-se hoje comemorar o dia da morte de Zumbi, o herói do Quilombo dos Palmares, 20 de novembro, que se transformou em Dia da Consciência Negra.
O negro e sua descendência até hoje vivem a margem da sociedade, discriminado e explorado. Percebe-se claramente a marginalização do negro hoje, pois principalmente nas favelas, grande parte de seus habitantes são negros, que não conseguem uma moradia digna e vivem nesses lugares. Com respeito a conseguirem bons empregos, torna-se um tanto quanto difícil em razão da pouca cultura ou devido o não preparo profissional para diversas áreas, na sociedade onde os melhores cargos o negro não tem direito devido a sua cor.
Basta constatar através da mídia, que quando negro trabalho em novelas, o seu papel é de morador de favela, empregada , de motorista, mãe de santo, escravo ou traficante. Nas peças teatrais ou no cinema interpretam papeis de iguais os das novelas e prostitutas, amantes. É muito difícil em nossa sociedade ver um negro ocupar posição de destaque. Fala-se em preconceito racial em nosso país, que é crime inafiançável, mas uma das maiores discriminação é esta criada pelo governo, nas Universidades, as tais “Cotas” e vagas para negros.
Isso é uma afronta e os mesmos não deveriam aceitar, pois é uma forma dissimulada de preconceito racial. A Constituição diz: “Que somos iguais perante a lei independente de raça, cor ou credo religioso.” Agora eu pergunto, Porque essa descriminação? Esta ferindo os direitos dos cidadãos, isto não é justo.
O jornalismo trabalha com o presente. Sua matéria-prima é o que acaba de acontecer, o novo, a noticia. Mas pode haver também um jornalismo do passado. Esse jornalismo é até mais possível de existir quanto mais desconhecido for o passado de um País.
No Brasil, onde a curiosidade histórica, ao menos nos últimos anos, foi fortemente direcionada para o século atual, o passado mais remoto é um terreno quase incógnito. Não é só que o Brasil, como já notei, a cada dez anos esquece o que aconteceu nos dez anos anteriores.
Nesse sentido, no Brasil há campo para um jornalismo de caráter histórico. O tema é sobre escravidão no Brasil. Como novidades sobre a escravidão, descobertas pelos historiadores em documentos antigos, são resumidos, discutidos e analisados.
Cumpriu-se outra função do jornalismo: a facilitar a vida do leitor. Porque falar do assunto histórico especifico, a escravidão? Porque ele é uma óbvia atualidade, dada a precária situação social do Brasil. Não porque o passado condicione mecanicamente o presente. Nem um passado traumático, como o escravista, deve ser encarado como fato determinante da miséria do presente. Mas ocorre que o Brasil foi o maior país escravista das Américas, o que mais importou africanos, em três séculos e meio, e o último a abolir a escravidão e é, hoje, um dos paises de maior desequilíbrio social do mundo.
Talvez haja relação entre dois fenômenos. No dia 13 de maio comemora-se a abolição da escravidão. Mas não se comemora essa data , prefere-se hoje comemorar o dia da morte de Zumbi, o herói do Quilombo dos Palmares, 20 de novembro, que se transformou em Dia da Consciência Negra.
O negro e sua descendência até hoje vivem a margem da sociedade, discriminado e explorado. Percebe-se claramente a marginalização do negro hoje, pois principalmente nas favelas, grande parte de seus habitantes são negros, que não conseguem uma moradia digna e vivem nesses lugares. Com respeito a conseguirem bons empregos, torna-se um tanto quanto difícil em razão da pouca cultura ou devido o não preparo profissional para diversas áreas, na sociedade onde os melhores cargos o negro não tem direito devido a sua cor.
Basta constatar através da mídia, que quando negro trabalho em novelas, o seu papel é de morador de favela, empregada , de motorista, mãe de santo, escravo ou traficante. Nas peças teatrais ou no cinema interpretam papeis de iguais os das novelas e prostitutas, amantes. É muito difícil em nossa sociedade ver um negro ocupar posição de destaque. Fala-se em preconceito racial em nosso país, que é crime inafiançável, mas uma das maiores discriminação é esta criada pelo governo, nas Universidades, as tais “Cotas” e vagas para negros.
Isso é uma afronta e os mesmos não deveriam aceitar, pois é uma forma dissimulada de preconceito racial. A Constituição diz: “Que somos iguais perante a lei independente de raça, cor ou credo religioso.” Agora eu pergunto, Porque essa descriminação? Esta ferindo os direitos dos cidadãos, isto não é justo.
O jornalismo trabalha com o presente. Sua matéria-prima é o que acaba de acontecer, o novo, a noticia. Mas pode haver também um jornalismo do passado. Esse jornalismo é até mais possível de existir quanto mais desconhecido for o passado de um País.
No Brasil, onde a curiosidade histórica, ao menos nos últimos anos, foi fortemente direcionada para o século atual, o passado mais remoto é um terreno quase incógnito. Não é só que o Brasil, como já notei, a cada dez anos esquece o que aconteceu nos dez anos anteriores.
Nesse sentido, no Brasil há campo para um jornalismo de caráter histórico. O tema é sobre escravidão no Brasil. Como novidades sobre a escravidão, descobertas pelos historiadores em documentos antigos, são resumidos, discutidos e analisados.
Cumpriu-se outra função do jornalismo: a facilitar a vida do leitor. Porque falar do assunto histórico especifico, a escravidão? Porque ele é uma óbvia atualidade, dada a precária situação social do Brasil. Não porque o passado condicione mecanicamente o presente. Nem um passado traumático, como o escravista, deve ser encarado como fato determinante da miséria do presente. Mas ocorre que o Brasil foi o maior país escravista das Américas, o que mais importou africanos, em três séculos e meio, e o último a abolir a escravidão e é, hoje, um dos paises de maior desequilíbrio social do mundo.
Talvez haja relação entre dois fenômenos. No dia 13 de maio comemora-se a abolição da escravidão. Mas não se comemora essa data , prefere-se hoje comemorar o dia da morte de Zumbi, o herói do Quilombo dos Palmares, 20 de novembro, que se transformou em Dia da Consciência Negra.
O negro e sua descendência até hoje vivem a margem da sociedade, discriminado e explorado. Percebe-se claramente a marginalização do negro hoje, pois principalmente nas favelas, grande parte de seus habitantes são negros, que não conseguem uma moradia digna e vivem nesses lugares. Com respeito a conseguirem bons empregos, torna-se um tanto quanto difícil em razão da pouca cultura ou devido o não preparo profissional para diversas áreas, na sociedade onde os melhores cargos o negro não tem direito devido a sua cor.
Basta constatar através da mídia, que quando negro trabalho em novelas, o seu papel é de morador de favela, empregada , de motorista, mãe de santo, escravo ou traficante. Nas peças teatrais ou no cinema interpretam papeis de iguais os das novelas e prostitutas, amantes. É muito difícil em nossa sociedade ver um negro ocupar posição de destaque. Fala-se em preconceito racial em nosso país, que é crime inafiançável, mas uma das maiores discriminação é esta criada pelo governo, nas Universidades, as tais “Cotas” e vagas para negros.
Isso é uma afronta e os mesmos não deveriam aceitar, pois é uma forma dissimulada de preconceito racial. A Constituição diz: “Que somos iguais perante a lei independente de raça, cor ou credo religioso.” Agora eu pergunto, Porque essa descriminação? Esta ferindo os direitos dos cidadãos, isto não é justo.

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