quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Amar Bem




As energias positivas




Não há nenhum exagero quando afirmamos que o amor cura qualquer dor ou mal-estar. Realmente, ele é um poderoso antídoto contra doenças, especialmente psicológica. É também o afrodisíaco mais eficaz que existe (e não é encontrado em farmácias).
Pesquisadores americanos concluíram que o amor provoca uma revolução química no corpo e na mente, produzindo um aumento positivo de energia. A simples proximidade do ser amado, ou a lembrança de sua existência, libera para à corrente sanguínea dois neurotransmissores, que são estimulantes naturais do desejo.
Esses “estimulantes são: a dopamina e a noradrenalina, que alteram o nosso ritmo corporal e psíquico fazendo com que a pressão aumente, o coração bata mais forte e a respiração acelere, o que nos deixa mais confiantes e felizes.
A dopamina é uma substância ligada ao sistema motor que facilita a harmonia de movimentos. Acredita-se que seja a mola propulsora dos abraços e dos agarramentos apaixonados. A noradrenalina associa-se aos impulsos positivos na luta que o homem trava para sobreviver. Ela é encontrada em altos níveis no sangue dos atletas que, depois do exercício físico, manifestam bem estar e otimismo.
A serotonina é neutransmissor importante na química do amor, estimulando a sensação de bem estar, que desperta sentimentos positivos estocados na memória. Existem, ainda, os feromônios que exalamos ou liberamos em situações positivas de amor e prazer. Quando captamos por uma outra pessoa, provocam uma sensação de euforia, de vibração erótica, de querer se aproximar com entusiasmo, ás vezes de forma compulsiva.
Isso explicaria a atração mútua, irresistível, que às vezes ocorre entre duas pessoas, sem muita explicações. Essa química também funciona quando acontece uma decepção amorosa, só que com efeitos opostos: o estômago se contrai, o coração aperta, a taquicardia incomoda, a respiração fica comprometida e os movimentos peristálticos aumentam, provocando cólicas ou prisão de ventre.
Todos esses sintomas, mais a experiência negativa vivida, estão associados a um desequilíbrio das mesmas substâncias cerebrais que, em situações de felicidade, produzem o bem-estar.
A frustração nas relações amorosas e a ausência constante do parceiro desejado provocam a redução da auto-estima e pesam negativamente na saúde. Sabe-se que a carência amorosa está intimamente associada ao aumento da ansiedade e depressão; males que podem provocar a diminuição do desejo, distúrbios ejaculatórios e da potência no homem, como também ausência de desejo e prazer da mulher. (Dr. Moacir Costa)

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